♦ Curitiba - PR
Curitiba Comedy Club
21h
Curitiba Comedy Club
21h
Porão Comedy Club
20h
Floripa Comedy Club
21h
Porão Comedy Club Balneário Camboriú
19h30
Barboá
20h30
Um Show Comedy
21h
Black House
22h
Teatro Nossa Senhora das Dores
21h
Teatro Oficina do Estudante Iguatemi
20h
Choperia e Botequim Santo Antônio - Itu
20h30
Pancho Villa Bar
20h30
Rock Bar Rota 270
21h
Nova Iguaçu Comedy Club
Teatro GACEMSS
19h30
Teatro Salesiano
19h30
Sesc Ler Goiana
20h30
Teatro Difusora
20h
Larezzo Pizzaria
20h30
Teatro Gustavo Leite
20h
HD Hall
20h
Teatro Atheneu
19h
Villa Pizza Bar
20h30
Teatro ICBEU
21h
Teatro Municipal Seis de Junho
20h
Teatro Ferreira Gullar
19h30
Teatro Arthur Azevedo
19h
Teatro Íracles Pires
20h
Teatro Facisa
20h
Teatro Guararapes
21h
Teatro Silogeu
19h30
Clube Barbixas
19h
Capivara Comedy Club
20h
R. Cel. Domiciano, 13
20h
Teatro Municipal Geraldo Tavares André
20h
Ramada by Wyndham Campos dos Goytacazes Hotel & Suites
19h
La Mama Gourmet
21h
Outros500 Bar & Restaurante (Shopping Park Lagos)
21h
Outros500 Bar & Restaurante (Araruama)
21h
Theatro Alberto Maranhão
20h
Teatro Municipal Ubirajara Galvão
19h
Espaço Cultural Teatro Galpão
20h
Teatro Boa Vista
20h30
Teatro Difusora
20h30
Cine Teatro Samuel Campelo
20h
Cine Teatro Marco Camarotti
20h
Teatro Reinaldo de Oliveira - SESC Garanhuns
19h
Flávio Andradde é, antes de tudo, alguém que aprendeu desde cedo a enxergar graça nas pequenas coisas da vida. Ainda criança, sentado ao lado do pai ouvindo fitas cassete do comediante Zé Lezin, ele não só ria — ele decorava, interpretava e já saía contando aquelas histórias como se fossem suas. Era ali, sem saber, que começava uma relação natural com o riso.
O momento em que tudo fez sentido veio ao assistir um show ao vivo. Não foi só sobre rir — foi sobre entender que aquele lugar, o palco, era onde ele queria estar. E, desde então, essa vontade nunca mais foi embora.
Na faculdade, entre trabalhos e descobertas, nasceu o Seu Botelho — um personagem que, além de arrancar risadas, abriu portas importantes. Foi através dele que Flávio chegou à televisão e passou a integrar o programa de Cinderela, comandado por Jeison Wallace, exibido pela TV Jornal, afiliada ao SBT em Recife. Ali, por mais de uma década, viveu intensamente o humor, o improviso e o contato direto com o público.
Formado em Cinema, foi a partir do seu trabalho como ator, dentro da faculdade, que Flávio começou a ganhar destaque. Participando de projetos acadêmicos, passou a ser convidado por alunos de outras turmas para atuar em diferentes produções, ampliando sua experiência diante das câmeras e consolidando sua presença no audiovisual.
Em um outro momento da sua trajetória, mergulhou no teatro, participando de montagens como “Comediano – A Comédia do Cotidiano” (2010), onde conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante, além de “Preta de Neve e um Anão” (2013) e “A Mandrágora” (2015), explorando diferentes linguagens e personagens nos palcos.
Mais tarde, realizou outro sonho ao integrar o elenco do filme Partiu América, disponível na Netflix.
Curiosamente, o stand-up entrou na sua vida meio sem pedir licença. Em 2015, durante o Prêmio Multishow de Humor, foi desafiado a subir ao palco sem personagem. O que parecia desconfortável virou uma virada de chave. Ali, ele percebeu que podia ser engraçado sendo ele mesmo — e isso mudou tudo.
Hoje, Flávio Andradde leva ao palco muito mais do que piadas. Ele leva histórias. Histórias simples, do dia-a-dia, daquelas que todo mundo já viveu ou conhece alguém que viveu. Com um jeito próprio de contar, cheio de detalhes e verdade, ele faz o público não só rir, mas se reconhecer.
Fora dos palcos, é exatamente o que parece: um cara tranquilo, de energia boa, que valoriza estar em casa, perto da família, mas que também gosta de uma boa conversa com os amigos — porque, no fim das contas, é dessas trocas que nascem as melhores histórias.
Flávio Andradde é, antes de tudo, alguém que aprendeu desde cedo a enxergar graça nas pequenas coisas da vida. Ainda criança, sentado ao lado do pai ouvindo fitas cassete do comediante Zé Lezin, ele não só ria — ele decorava, interpretava e já saía contando aquelas histórias como se fossem suas. Era ali, sem saber, que começava uma relação natural com o riso.
O momento em que tudo fez sentido veio ao assistir um show ao vivo. Não foi só sobre rir — foi sobre entender que aquele lugar, o palco, era onde ele queria estar. E, desde então, essa vontade nunca mais foi embora.
Na faculdade, entre trabalhos e descobertas, nasceu o Seu Botelho — um personagem que, além de arrancar risadas, abriu portas importantes. Foi através dele que Flávio chegou à televisão e passou a integrar o programa de Cinderela, comandado por Jeison Wallace, exibido pela TV Jornal, afiliada ao SBT em Recife. Ali, por mais de uma década, viveu intensamente o humor, o improviso e o contato direto com o público.
Formado em Cinema, foi a partir do seu trabalho como ator, dentro da faculdade, que Flávio começou a ganhar destaque. Participando de projetos acadêmicos, passou a ser convidado por alunos de outras turmas para atuar em diferentes produções, ampliando sua experiência diante das câmeras e consolidando sua presença no audiovisual.
Em um outro momento da sua trajetória, mergulhou no teatro, participando de montagens como “Comediano – A Comédia do Cotidiano” (2010), onde conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante, além de “Preta de Neve e um Anão” (2013) e “A Mandrágora” (2015), explorando diferentes linguagens e personagens nos palcos.
Mais tarde, realizou outro sonho ao integrar o elenco do filme Partiu América, disponível na Netflix.
Curiosamente, o stand-up entrou na sua vida meio sem pedir licença. Em 2015, durante o Prêmio Multishow de Humor, foi desafiado a subir ao palco sem personagem. O que parecia desconfortável virou uma virada de chave. Ali, ele percebeu que podia ser engraçado sendo ele mesmo — e isso mudou tudo.
Hoje, Flávio Andradde leva ao palco muito mais do que piadas. Ele leva histórias. Histórias simples, do dia-a-dia, daquelas que todo mundo já viveu ou conhece alguém que viveu. Com um jeito próprio de contar, cheio de detalhes e verdade, ele faz o público não só rir, mas se reconhecer.
Fora dos palcos, é exatamente o que parece: um cara tranquilo, de energia boa, que valoriza estar em casa, perto da família, mas que também gosta de uma boa conversa com os amigos — porque, no fim das contas, é dessas trocas que nascem as melhores histórias.
Zap do Tabacudo