♦ Santos - SP
Centro Cultural Português
21h
Centro Cultural Português
21h
Boteco do Bodega
20h30
Teatro Boa Vista
20h30
Teatro Difusora
20h30
Auditório - Hotel Lacazzona
19h
Saboritto Bar e Restaurante
20h30
Hillarius Comedy Bar
21h
Oz Comedy
21h
Cine Teatro Samuel Campelo
20h
Cine Teatro Marco Camarotti
20h
Teatro Reinaldo de Oliveira - SESC Garanhuns
19h
Teatro Paim
21h
Zé Beer
19h
Auditório - Sesc Guadalupe
20h
Auditório - Hotel Estação Cruzeiro
20h
Teatro Margarida Ribeiro
21h
Teatro Jorge Amado
21h
Um Show Comedy
21h
Clube Barbixas
22h30
Floripa Comedy Club
23h
Villa Pizza Bar
20h30
Auditório - Sesc Guadalupe
20h
Cine Teatro do Parque
19h
Flávio Andradde é, antes de tudo, alguém que aprendeu desde cedo a enxergar graça nas pequenas coisas da vida. Ainda criança, sentado ao lado do pai ouvindo fitas cassete do comediante Zé Lezin, ele não só ria — ele decorava, interpretava e já saía contando aquelas histórias como se fossem suas. Era ali, sem saber, que começava uma relação natural com o riso.
O momento em que tudo fez sentido veio ao assistir um show ao vivo. Não foi só sobre rir — foi sobre entender que aquele lugar, o palco, era onde ele queria estar. E, desde então, essa vontade nunca mais foi embora.
Na faculdade, entre trabalhos e descobertas, nasceu o Seu Botelho — um personagem que, além de arrancar risadas, abriu portas importantes. Foi através dele que Flávio chegou à televisão e passou a integrar o programa de Cinderela, comandado por Jeison Wallace, exibido pela TV Jornal, afiliada ao SBT em Recife. Ali, por mais de uma década, viveu intensamente o humor, o improviso e o contato direto com o público.
Formado em Cinema, foi a partir do seu trabalho como ator, dentro da faculdade, que Flávio começou a ganhar destaque. Participando de projetos acadêmicos, passou a ser convidado por alunos de outras turmas para atuar em diferentes produções, ampliando sua experiência diante das câmeras e consolidando sua presença no audiovisual.
Em um outro momento da sua trajetória, mergulhou no teatro, participando de montagens como “Comediano – A Comédia do Cotidiano” (2010), onde conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante, além de “Preta de Neve e um Anão” (2013) e “A Mandrágora” (2015), explorando diferentes linguagens e personagens nos palcos.
Mais tarde, realizou outro sonho ao integrar o elenco do filme Partiu América, disponível na Netflix.
Curiosamente, o stand-up entrou na sua vida meio sem pedir licença. Em 2015, durante o Prêmio Multishow de Humor, foi desafiado a subir ao palco sem personagem. O que parecia desconfortável virou uma virada de chave. Ali, ele percebeu que podia ser engraçado sendo ele mesmo — e isso mudou tudo.
Hoje, Flávio Andradde leva ao palco muito mais do que piadas. Ele leva histórias. Histórias simples, do dia-a-dia, daquelas que todo mundo já viveu ou conhece alguém que viveu. Com um jeito próprio de contar, cheio de detalhes e verdade, ele faz o público não só rir, mas se reconhecer.
Fora dos palcos, é exatamente o que parece: um cara tranquilo, de energia boa, que valoriza estar em casa, perto da família, mas que também gosta de uma boa conversa com os amigos — porque, no fim das contas, é dessas trocas que nascem as melhores histórias.
Flávio Andradde é, antes de tudo, alguém que aprendeu desde cedo a enxergar graça nas pequenas coisas da vida. Ainda criança, sentado ao lado do pai ouvindo fitas cassete do comediante Zé Lezin, ele não só ria — ele decorava, interpretava e já saía contando aquelas histórias como se fossem suas. Era ali, sem saber, que começava uma relação natural com o riso.
O momento em que tudo fez sentido veio ao assistir um show ao vivo. Não foi só sobre rir — foi sobre entender que aquele lugar, o palco, era onde ele queria estar. E, desde então, essa vontade nunca mais foi embora.
Na faculdade, entre trabalhos e descobertas, nasceu o Seu Botelho — um personagem que, além de arrancar risadas, abriu portas importantes. Foi através dele que Flávio chegou à televisão e passou a integrar o programa de Cinderela, comandado por Jeison Wallace, exibido pela TV Jornal, afiliada ao SBT em Recife. Ali, por mais de uma década, viveu intensamente o humor, o improviso e o contato direto com o público.
Formado em Cinema, foi a partir do seu trabalho como ator, dentro da faculdade, que Flávio começou a ganhar destaque. Participando de projetos acadêmicos, passou a ser convidado por alunos de outras turmas para atuar em diferentes produções, ampliando sua experiência diante das câmeras e consolidando sua presença no audiovisual.
Em um outro momento da sua trajetória, mergulhou no teatro, participando de montagens como “Comediano – A Comédia do Cotidiano” (2010), onde conquistou o prêmio de melhor ator coadjuvante, além de “Preta de Neve e um Anão” (2013) e “A Mandrágora” (2015), explorando diferentes linguagens e personagens nos palcos.
Mais tarde, realizou outro sonho ao integrar o elenco do filme Partiu América, disponível na Netflix.
Curiosamente, o stand-up entrou na sua vida meio sem pedir licença. Em 2015, durante o Prêmio Multishow de Humor, foi desafiado a subir ao palco sem personagem. O que parecia desconfortável virou uma virada de chave. Ali, ele percebeu que podia ser engraçado sendo ele mesmo — e isso mudou tudo.
Hoje, Flávio Andradde leva ao palco muito mais do que piadas. Ele leva histórias. Histórias simples, do dia-a-dia, daquelas que todo mundo já viveu ou conhece alguém que viveu. Com um jeito próprio de contar, cheio de detalhes e verdade, ele faz o público não só rir, mas se reconhecer.
Fora dos palcos, é exatamente o que parece: um cara tranquilo, de energia boa, que valoriza estar em casa, perto da família, mas que também gosta de uma boa conversa com os amigos — porque, no fim das contas, é dessas trocas que nascem as melhores histórias.
Zap do Tabacudo